Desculpem essa minha ausência, mas estou trabalhando em vários projetos, entre eles, um desafio de transformar R&B em piano solo (Já me Fartei), com a voz maravilhosa de Rita Lopez, de Portugal, não sei exatamente o que pode sair, mas, ufa... estou acabando com os meus miolos! Vou fazer o possível para que não acabe saindo como uma clássica Aria .
Ah, o Nelson Cruz, está remixando a minha Tokyo Piano Bar também. Vamos ver como vai ficar!
As águas de 20 séculos avivaram a definição de Horácio, “ut musica poiesis”,que pode livremente traduzir-se por: “como a música é a poesia”.
Após a revolução literária do modernismo e a instauração do poema, a frase, por ser latina onde a ordem é arbitrária, bem pode ser glosada em todas as variantes, designadamente: “O poema é como a música”, “A música é igual ao poema”, “Poema e música confundem-se”.
Com efeito, nunca a música careceu de tradução sintáctica ou outra, apoiando-se em signos e sons que, à luz das ideias, se mostram ilegíveis. Se o título alguma vez pretendeu interpretar a obra, basta um simples exemplo para excluir tal pretensão: a 5.ª sinfonia de Beethoven deve o seu nome ao facto de ter sido cronologicamente, das válidas e publicadas, a 5.ª a ser concebida e elaborada.
“Ilegível” é a acusação que paira sobre grande parte dos poemas que actualmente se criam. Sem dúvida. Tão ilegíveis quanto as partituras da grande música. E, nesse âmbito, apenas eventualmente decifráveis.
Comentários
27.08.2010
CARACA ESS AS LEIS SA O MUITO PI SARR [...]
09.06.2010
Interessan te. Ele é bem robust o, p [...]
16.05.2010
Daniella, Vou entra r em conta to v [...]
15.05.2010
No momento em Shiga, Otsu, que coi [...]
15.05.2010
E onde ocê tá??? Ky oto mesmo? ??